Seu pensamento perscrutando meu íntimo
São mãos e olhos, laços ínfimos
Desatando em sonho, suor e soluços
A ingenuidade que eu nunca fingi
E tudo é novidade nas pontas de dedos etéreos
Desvendando um corpo que o próprio corpo desconhece
E tudo desabrocha, se dissolve e se reúne
Numa dança perene
Numa pressa serena
Num frêmito surdo de um êxtase incompleto.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)